domingo, 28 de novembro de 2010

Me faz lembrar você




Ao ouvir a canção a pulsação se faz mais quente, presente, latente, hoje diferente. O que resiste? Uma lembrança sem nome.




\"não imagine que te quero mal, apenas não te quero mais..."

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=9QkivSaWDWk&feature=related




Achei você no meu jardim
Entristecido
Coração partido
Bichinho arredio

Peguei você pra mim
Como a um bandido
Cheio de vícios
E fiz assim, fiz assim

trecho de Minha Herança: Uma flor
(...da Mata)

domingo, 21 de novembro de 2010

Pôr-se à caminho

Sim... 

Espero que seja diário, que me relembre e transporte à chegada e ao momento mais ímpar e real de minha existência. Que eu não me esqueça e por sorte tenha claro que há a necessidade de orar, orar em todo tempo. Na certeza de afastar tudo aquilo que me afasta da vontade de meu pai. Seja esta, qual for.


Que eu saiba que, sozinha, não consigo sequer dar um passo que não seja em falso!



"Ciência tão alta, tão alta, que eu não compreendo..."
(...ressoe...ecoe...)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Socorro



As pessoas falam demais, muitas coisas, e não compreendem que por vezes isso pode machucar, doer, fazer sofrer e pior de tudo, ficar guardado por muito tempo na memória e no coração. Acho, pelo menos no meu caso, que o pior não é o que dizem, o modo como falam, mas sim as pessoas, tudo se resume a quem se fala! E tem coisas que qualquer pessoa poderia jogar na minha cara, cuspir no meu rosto, gritar nos meus ouvidos. Coisas como: Não faz diferença, não importa, não me diz respeito, não me interessa, cansei de você, etc... Mas precisam entender de uma vez por todas que eu estou acabando, estou morrendo, sempre, mas que meu amor não vai morrer nunca, não importa o que você faça!

É muito difícil ver que quem amamos, aqueles em que colocamos nossa segurança, em quem enraizamos nossas referências, não nos querem mais, não nos compreendem mais e tiram a nossa paz de espírito. 

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pra te lembrar


Que é que eu vou fazer pra te esquecer?
Sempre que já nem me lembro, lembras pra mim
Cada sonho teu me abraça ao acordar
Como um anjo lindo
Mais leve que o ar
Tão doce de olhar
Que nenhum adeus pode apagar...

Que é que eu vou fazer pra te deixar?
Sempre que eu apresso o passo, passas por mim
E um silêncio teu me pede pra voltar
Ao te ver seguindo
Mais leve que o ar
Tão doce de olhar
Que nenhum adeus pode apagar

Que é que eu vou fazer pra te lembrar?
Como tantos que eu conheço e esqueço de amar
Em que espelho teu, sou eu que vou estar?
A te ver sorrindo
Mais leve que o ar
Tão doce de olhar
Que nenhum adeus vai apagar...




sábado, 2 de outubro de 2010

sobre temperatura




Too

hot

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Pulsão







De bamba, sandália de prata e cabelos ao vento ela dança.


Com o balanço de uma série de ipês ao vento numa cadência que me queima; esquenta.
Agora essa moça chegou com a intenção única de provocar
me trazendo uma carência pro peito, uma vontade de rolarmos juntos, por um tempo que não se calcula....

Em cima do meu juízo ela pisa quando abre a boca e solta aquela voz com o timbre que só ela possui.
Ajoelho, por sobre todos os meu preconceitos e medos e juízos. Esquenta.
A música....ah, a música que não me deixa cansar
fazendo com que eu perca e receba tudo aquilo que me é inerente....

sábado, 25 de setembro de 2010

Nombre



Gritou fritou 


miolos, morte, 


Afinou, focou


busca, instrumento,


já era tarde, o moço já não era mais 


um. Perdeu.se igual fumaça no horizonte

402



Sensivelmente linda, de uma simpleza irritante,

E corria, corria corria

Era inteiramente discreta, uma discrição que chegava a causar frisson nos outros, provocando confusões em todos e uma ridicularização por parte daqueles que a desconheciam e achavam conhecer em demasia.

Essa era a menininha do número 402

Que corria, corria... Corria fugindo de tudo aquilo que desconhecia entendendo demais de mulher.

A mulher que ainda vivia, virava e mexia no 402.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Who Cares?



Purple, tarde, muito tarde talvez. Quem sabe... Mas eu quis e pode ser! Afinal, quem se importa? Pra quê se importar ou me preocupar, tornando pesado o que pode ser tão...light, easy e pleasant. Ontem, ao te ver...deliciously sweaty [...]

domingo, 19 de setembro de 2010

Receitinha

Eu quero a sorte de um amor

tranqüilo

Com sabor de fruta mordida

Nós na batida, no embalo da rede

Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio

Pelo inferno e céu de todo dia

Pra poesia que a gente não vive

Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida

Te alcanço em cheio, o mel e a ferida

E o corpo inteiro como um furacão

Boca, nuca, mão, e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida

Todo amor que houver nessa vida

E algum remédio que me dê alegria

Sobre o futuro...














Falta tanto a dizer...