sexta-feira, 22 de março de 2013
LUZ
domingo, 23 de outubro de 2011
Feliz
vem trair a solidão
vem pra separar o lado bom do mal
e acalmar meu coração
vem pra me tirar o escuro e a sensação
de que o inferno é por aqui
vem pra se arrumar na minha confusão
vem querendo ser feliz
(Maria Rita)
Essa nossa história parece grande demais pro espaço que ocupa no meu coração!
domingo, 15 de maio de 2011
Peixes Pássaros Pessoas
quarta-feira, 23 de março de 2011
Casa revirada
Frenesi calculada em vão. De uma ingenuidade que irritava os outros. Fracasso! Era o que eles diziam. E ela se lançava inda mais alto, gemidos de um corpo refém da esperança, gritos que chegavam a doer nos ouvidos da gente. Era tanta a exposição, a diversão, a sede de se lançar. Jogava-se diariamente, jogava-se ao chão de seus delírios. Vendo no reflexo d' água a cara de quem chora sangue e sua solidão.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Entre 18 e 20
Celebração, eis o sentido da vida, de mais um ano de vida.
Pra hoje só quero a alegria, a boa companhia, os amigos, o som, o passo, o vinho.
Obrigada família, comunidade, amigos. Obrigada, Senhor, por me permitir!
domingo, 28 de novembro de 2010
Me faz lembrar você
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
http://www.youtube.com/watch?v=9QkivSaWDWk&feature=related
domingo, 21 de novembro de 2010
Pôr-se à caminho
Espero que seja diário, que me relembre e transporte à chegada e ao momento mais ímpar e real de minha existência. Que eu não me esqueça e por sorte tenha claro que há a necessidade de orar, orar em todo tempo. Na certeza de afastar tudo aquilo que me afasta da vontade de meu pai. Seja esta, qual for.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Socorro
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Pra te lembrar
sábado, 2 de outubro de 2010
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Pulsão
sábado, 25 de setembro de 2010
Nombre
Gritou fritou
miolos, morte,
Afinou, focou
busca, instrumento,
já era tarde, o moço já não era mais
um. Perdeu.se igual fumaça no horizonte
402
Sensivelmente linda, de uma simpleza irritante,
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Who Cares?
Purple, tarde, muito tarde talvez. Quem sabe... Mas eu quis e pode ser! Afinal, quem se importa? Pra quê se importar ou me preocupar, tornando pesado o que pode ser tão...light, easy e pleasant. Ontem, ao te ver...deliciously sweaty [...]
domingo, 19 de setembro de 2010
Receitinha

Eu quero a sorte de um amor
tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão, e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria
Banhar-se
Quando entro deixo tudo. Todas as coisas pesadas, sujas, as que me causam medo, que me pesam nos ombros. A angústia, as roupas e também o calçado. Sobra só a essência, a indecência... a parte mais pura e crua. Livre de medos e manias, livre de tudo.
Então abro para que percorra, escorra, abro e fecho, afasto, abraço, encaixo e deito e sento, subo e cresço; invocando todos os seres que me compõem.
Elevo todo o meu corpo e alma. Simples e como são, no teu desejo de ser que basta!
Corpo, és a máquina que mais me encanta. À qual mais me entrego, integro de forma singular... Mente corpo e espírito.
Fica tudo tão limpo, tudo tão leve...da cabeça aos pés. Alcança os pequenos orifícios, curvas e faz-se pertencer inteiramente ao momento. Inigualavelmente.
Por tudo isso, troco-te por muitos, muitos outros eventos.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Salvação e Perdição
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Ela é assim! Pronto.
Mas assim como? Explica!
Ela é assim um mix de tudo que se possa imaginar dentro de uma grande capacidade de apenas não ser nada em definitivo. Ela é aquilo que não consegue se encaixar em moldes pré-existentes, parece que ninguém nunca foi antes dela. Ela se incomoda com isso, às vezes, muito.
Ela é cheia de sentimentos, parece que suas experiências se manifestam é no dorso do seu colo, e quase sempre, de vez em quando, tudo isso pesa. Mas não tem modo, não existe maneira que a faça ser diferente. E ainda, graças a Deus, ela é diferente. Algo que pesa e que tem o dom da leveza, algo que chora e que se manifesta em sorrisos, algo de forte, mas que se desmancha quando encontra a água.'
(Clarice Lispector)